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domingo, 7 de outubro de 2012

tartarugas marinhas


Classificação / Classification


Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Nesta Classe estão inseridas serpentes, lagartos, tuataras, crocodilos e tartarugas. A temperatura corporal dos répteis varia de acordo com o ambiente. Todos possuem coluna vertebral, pele coberta por escamas e respiração pulmonar. A maioria possui coração com três cavidades e colocam ovos.

Espécies encontradas no Brasil

tartaruga

Verde ou Aruanã

Chelonia mydas

tartaruga

Cabeçuda ou Mestiça

Caretta caretta

tartaruga

de couro ou gigante

Dermochelys coriacea

tartaruga

de pente ou legítima

Eretmochelys imbricata

tartaruga

Oliva

Lepidochelys olivacea

poluição



A poluição das águas por elementos orgânicos e inorgânicos, como petróleo, lixo e esgoto, interfere na alimentação e locomoção e prejudica o ciclo de vida das tartarugas marinhas. É uma das principais ameaças, pois degradam o ambiente marinho como um todo.



Captura incidental na pesca

As tartarugas marinhas interagem com diversas modalidades de pesca artesanal e industrial. Presas nos diversos tipos de redes e anzóis, não conseguem subir à superfície para respirar e acabam desmaiando ou mesmo morrendo afogadas.
A captura incidental é considerada atualmente a principal ameaça às populações de tartarugas marinhas. No Brasil, assim como no resto do mundo, a pesca do arrasto do camarão e com espinhéis em alto mar são dois dos principais tipos de pesca que interagem com as tartarugas.
Por isso, o Tamar desenvolve programa específico que inclui educação ambiental e orientação aos pescadores, além de desenvolver novos recursos e petrechos de pesca que possam minimizar os efeitos da pesca sobre as populações e reduzir os índices de capturas.


comportamento:

As tartarugas marinhas são solitárias e permanecem submersas durante muito tempo, o que dificulta os estudos do seu comportamento. Por isso, a maior parte do que se conhece sobre elas refere-se à desova, que acontece na praia.

Possuem visão, olfato e audição desenvolvidos, além de uma fantástica capacidade de orientação. Animais migratórios por excelência, vivem dispersas na imensidão dos mares e, mesmo assim, quando atingem a maturidade sexual sabem o momento e o local de se reunir para a reprodução. Nessa época, realizam viagens transoceânicas para voltar às praias onde nasceram e desovar.

Podem migrar centenas ou milhares de quilômetros e dormir na superfície, quando estão em águas profundas, ou no fundo do mar, sob rochas, em áreas próximas à costa. Os filhotes flutuam na superfície, durante o sono ou enquanto descansam, e geralmente mantêm as nadadeiras dianteiras encolhidas para trás, sobre o casco.

transito de  veiculos



O trânsito de veículos nas praias de desova, incluindo quadriciclos, além de ser uma ameaça aos banhistas, pode compactar os ninhos das tartarugas, atropelar os filhotes e ainda afugentar as fêmeas durante a desova. Não é legal veículos motorizados na praia (Portaria n° 10, 30 de janeiro de 1995, IBAMA).


ameaça natural:


Os primeiros predadores naturais são raposas, caranguejos e formigas. Ao nascerem, os filhotes se tornam vulneráveis à predação por aves marinhas, caranguejos, polvos e uma grande diversidade de peixes marinhos.
Na maturidade, as tartarugas marinhas são relativamente imunes à predação, a não ser pelo ataque ocasional de tubarões e orcas. A exceção é a desova, o momento mais vulnerável na vida de uma fêmea adulta, pois é quando ela está fora do mar. Na praia, perde a agilidade, torna-se lenta e indefesa, fica totalmente exposta aos ataques de predadores como onças-pintadas.
Mas nenhuma ameaça natural, por si só, é capaz de representar perigo de extinção para as tartarugas marinhas. São as atitudes predatórias do homem que as colocaram nessa situação de risco.


preserve as tartarugas!



segunda-feira, 1 de outubro de 2012

o encanto da sereia alerta para a degradação dos oceanos

olá bom dia!

hoje dia 01/10/2012 vou fala sobre da atitude de uma mulher americana preocupada com os nossos oceanos, ela se veste de sereia e sai ao mar e consegue ficar três minutos debaixo da´gua sem respirar ,ela faz esse lindo encanto para chamar atenção  das pessoas sobre a degradação dos oceanos.


particularmente eu adorei esse gesto de incentivar as pessoas a preservar nossos 


oceanos.


Mulher se veste de sereia nos EUA para alertar sobre degradação dos oceanos






O Fantástico ouviu o canto da sereia. Mergulhou com ela e descobriu que aquele famoso poder de sedução agora é usado numa boa causa. 

No meio de cardumes de peixes, dentro de um navio naufragado, surge uma figura famosa da mitologia grega. Linda e sedutora como há três mil anos. Nas lendas, as sereias viviam em rochedos na costa da Itália, no Mediterrâneo. Os tripulantes dos navios não resistiam à beleza e ao canto delas. Eles perdiam o controle dos barcos, que batiam nas pedras e afundavam. No poema grego "A Odisseia", o herói consegue sobreviver. Ele manda os marinheiros botarem cera nos ouvidos e assumirem o comando. Depois, o herói se prende ao mastro do navio. Assim ele ouviu o canto das sereias, mas não se entregou à tentação. 

Agora, uma sereia anda encantando os mares da Flórida, nos Estados Unidos. Ela chega de carro, estaciona e tira do porta-malas uma sacolona. Dentro dela, a cauda, a metade-peixe, a marca da sereia. A fantasia é feita de silicone e enfeitada com lantejoula que imita escamas. A confecção leva quatro meses e custa o equivalente a quatro mil reais. 

"É uma paixão. Desde pequena eu fazia desenhos de sereias, ia a bibliotecas e pegava livros sobre elas", conta Hanna Fraser. 

Um dia, ela encontrou uma sereia no cinema. "Aos 9 anos eu vi um filme com a Darryl Hannah, que tem o mesmo nome que eu. E pensei: ‘Também vou fazer isso’”, diz. 

Hoje, aos 36 anos, ela vai quase todo dia ao mar. O Fantástico mergulhou com ela. Navegamos por trinta minutos em direção a uma barreira de corais no meio do mar do Caribe. 

É sobrenatural um mergulho com uma sereia. Nadadeiras para manter o ritmo embaixo d’água, máscara para poder abrir os olhos e o mais importante, a garrafa de ar comprimido, mas só para o repórter. Hanna Fraser fica até três minutos sem respirar. Descemos dez metros. 

Ao lado de peixes e corais, ela desfila. Sobe para pegar ar e desce novamente. Ela já mergulhou com tubarões, baleias, golfinhos, arraias gigantes, e tartarugas. "Eu - definitivamente - me sinto uma sereia", diz Hanna. 

Ela já passou pelo Brasil. Foi em Trancoso, na Bahia. "Assim que eu cheguei à praia, fantasiada, as crianças começaram a correr atrás de mim e a me seguir na água, a me agarrar”, recorda. 

A sereia vive de ser sereia. Escreve livros e posa para fotos. Tudo por uma causa. 

“Meu trabalho é fazer com que essa paixão por sereias chame atenção para a degradação dos oceanos”, afirma. 

Mulher se veste de sereia para alertar sobre degradação dos oceanos


não existe amor mais bonito que é sentir pelo mar ,esse amor eu também sinto e vai ser pelo resto da minha vida.o maior presente dado por deus.(LORENE LOURENÇO)

domingo, 23 de setembro de 2012

inctiofauna :peixes em diversas espécies entre eles o cirurgião amarelo

Peixe-cirurgião amarelo


Nome: Cirurgião-amarelo
Nome Científico: Zebrasoma flavescens (Bennett, 1828) 
Família: Acanthuridae
Grupo: Peixes Ósseos
Classe: Peixes

Tamanho: 0-10 cm.

Tal como todos os cirurgiões, também este peixe possui duas lâminas bem afiadas, uma de cada lado do pedúnculo caudal. Estas lâminas são projectadas e usadas em situações de defesa. Nesta espécie as lâminas são brancas. Vive só, ou em pequenos grupos, na zona imediatamente a seguir à zona batida pelas ondas no recife de coral. Alimenta-se de rebentos de algas filamentosas. Por vezes desovam aos pares ou em grupos, onde os machos territoriais cortejam as fêmeas.



Barracuda


A barracuda é um peixe actinopterígeo conhecido por seu grande tamanho e aparência assustadora. Seu corpo é longo, bastante compactados e cobertos com pequenas, lisas escalas . Algumas espécies podem atingir até 1,8 m de comprimento e 30 cm de largura. [ 2 ] O barracuda é um peixe de água salgada do género Sphyraena , o único género da família Sphyraenidae , e é encontrado nos oceanos tropicais e subtropicais em todo o mundo. 



Classificação científica

Animalia
Chordata
Actinopterygii
Perciformes
Sphyraenidae
Sphyraena
S. barracuda
Grande barracuda é um peixe magro que cresce até seis metros de comprimento.Eles são de 'sphyraena' do gênero, que significa 'pique-like' em latim. Com o seu corpo alongado, boca grande, com cônica desigual fang-como dentes e mandíbulas poderosas, é também chamada de "tigre do mar". Grande barracuda é incluído em um dos predadores no topo da cadeia alimentar. Não é valorizada comercialmente devido ao seu envolvimento no envenenamento dos peixes ciguatera, no entanto, é amplamente conhecido como um peixe de jogo.

Nome científico

O nome científico para Grande barracuda é Sphyraena barracuda.

Nomes comuns

Os nomes comuns da Grande barracuda incluem barracuda, barra, pique commerson do mar. Alguns dos outros nomes pelos quais é referido como são alu (Carolinian), barkura (Miskito), barracuda Bicuda (Português), barrcouda (francês), picuda (espanhol), snoek (holandês), Kupala (havaiano), gaviana ( português), etc
Grande barracuda ImagemImagem 1 - Grande barracuda

Descrição

Grande barracuda é um peixe feroz olhar com um corpo alongado e de prata presa como mandíbulas. Tem uma cabeça pontuda com a boca grande. Os menores se projeta para além da mandíbula suas mandíbulas superiores. Grande barracuda possui mandíbulas fortes com dentes cônicos que são desiguais em tamanho. A tampa da brânquia do peixe consiste em pequenas escalas em vez de espinhos. A barracuda tem duas multas dorsal que são amplamente separados. A primeira barbatana dorsal tem cinco espinhas e o outro está localizado acima da barbatana anal e tem nove raios moles. Tem uma barbatana dorsal espinhosa acima da sua pélvis.Tem uma barbatana garfo cauda que o torna um nadador rápido. Na coloração, Grande barracuda são cinza, prata, verde ou azul escuro na parte superior e desaparecendo em branco para a sua barriga. As barbatanas são cordiais violeta escuro com a ponta esbranquiçada.
  • Tamanho: Grande barracuda cresce até um tamanho de 1,5 a 3 metros, em média. O tamanho máximo do grande barracuda gravada foi 6,6 pés.
  • Peso: eles pesam em torno de um máximo de 50 kg.

Distribuição

Grande barracuda são encontrados principalmente na região do Mediterrâneo, Caribe, Atlântico ocidental e águas tropicais. Eles são comuns no Oceano Pacífico (Malásia, Ilhas Fiji e Indonésia), Oceano Índico (Tailândia, Maldivas e Birmânia) e no Caribe. Eles variam no Atlântico ocidental de Massachusetts, Bermudas para o Caribe e Brasil. Para o Atlântico Oriental, que varia de Serra Leoa para Rochas de São Paulo e São Tomé Island. Na região do Indo-Pacífico, eles são encontrados através do Mar Vermelho e África Oriental até o Havaí.

Habitat

Grande barracuda habitam as águas marinhas tropicais e sub-tropicais. As águas rasas com recifes submersos, cabeças de coral, lagoas costeiras, mar aberto e mangues são o lar de grandes barracudas.

Comportamento

Grande barracuda são caçadores solitários. Barracudas jovens formam uma grande escola de centenas e milhares que também as protege de predadores. Barracudas são grandes predadores de emboscada. Eles se camuflam perto grama do mar e atacar a presa por ultrapassagem-los com escova curta de velocidade.Barracudas são atraídos por objeto brilhante como confundi-lo com peixes de prata que eles geralmente comem.Grande barracuda não têm pálpebras como a maioria dos peixes, e se eles estão se movendo muito lentamente, isso significa que eles estão dormindo. Eles são alerta para o perigo, mesmo quando eles estão dormindo e são agressivos se rebelaram.
Grande barracuda Foto Dentes
peixe lua
 




O peixe-lua (Mola mola, Rolim, entre outras designações[1]) pertencente à ordem Tetraodontiformes é o maior peixe ósseo conhecido, chegando a atingir 3 metros e cerca de 2300 kg. O peixe lua distingue-se pela forma circular do corpo, pouco habitual nos peixes que são em geral fusiformes. Esta espécie não tem barbatanas caudais e a locomoção é feita pelo movimento conjugado das barbatanas dorsal e anal. O peixe-lua habita as zonas temperadas e quentes dos Oceanos Atlântico e Pacífico e alimenta-se de zooplancton e pequenos peixes. Por causa das grandes dimensões da barbatana dorsal, este animal é por vezes confundido com um tubarão quando observado da superfície. O peixe lua é considerado, em algumas culturas, um petisco apetecível, mas a sua carne contém neurotoxinas em quantidades apreciáveis. Este peixe é geralmente um viveiro de parasitastendo chegado a encontrar-se mais de cinquenta tipos diferentes de endo e exoparasitas num único exemplar. O peixe lua é por vezes avistado a boiar na superfície dos oceanos, num comportamento que se pensa ser destinado a aquecer o corpo depois de mergulhos prolongados a grande profundidade.


sexta-feira, 21 de setembro de 2012

grupos cetáceos,quais são eles equem são eles


  • Os cetáceos (latim científico: Cetacea) constituem uma ordem de animais marinhos, porém, pertencentes à classe dos mamíferos. O nome da ordem deriva do grego ketos que significa monstro marinho. Os cetáceos estão divididos em duas sub-ordens:

  1. As baleias sem dentes (subordem Mysticeti) são caracterizadas pelas cerdas bucais, que são estruturas parecidas com peneiras localizadas na parte superior da boca e são feitas de queratina. As baleias utilizam as "cerdas" para filtrar plâncton da água. Elas compreendem as maiores espécies de animais.
  2. As baleias com dentes (subordem Odontoceti) têm dentes e se alimentam de peixes e lulas. Uma habilidade notável deste grupo é a de localizar a suas presas por ecolocalização.



  3. Comportamento

    Os cetáceos são geralmente classificadas como predadores, embora a sua alimentação possa incluir apenas organismosplanctónicos, como nas baleias sem dentes, até grandes peixes.
    Como todos os mamíferos, os cetáceos também dormem, mas não podem ficar completamente inconscientes para poderem respirar. A solução para este problema foi resolvido pela evolução: apenas um hemisfério do seu cérebro dorme de cada vez. Os cetáceos dormem cerca de oito horas por dia.

      Os cetáceos e os Humanos

    Conservação;A maioria das espécies de grandes cetáceos estão em perigo de extinção, como resultado da caça à baleia. No entanto, a espécie mais afectada é o golfinho de rio por causa de alterações nos rios em que vivem.


    Caça aos cetáceos;Os cetáceos têm sido objecto de pesca ao longo dos séculos, não só pela carne e gordura, mas também pelas barbas de baleia e pelo espermacete e âmbar cinzento doscachalotes. Em meados do século XX, verificou-se que muitas populações de baleias estavam perto daextinção. Então, a Comissão Internacional das Baleias decretou uma moratória para a captura comercial de baleias em 1986. Apesar de serem membros da comissão, alguns países, como a Noruega, Islândia eJapão, não aderiram a esta moratória. Além disso, os aborígenes da Sibéria, Alasca e Canadá são igualmente autorizados a caçar baleias, embora sem espírito comercial, mas apenas para subsistência, por razões culturais.


    Evolução dos cetáceos
                                     

                Os cetáceos são descendentes de mamíferos terrestres, provavelmente da ordem Artiodactyla. Eles passaram para a água há cerca de 50 milhões de anos.
    Recentemente foram encontrados no Paquistão fósseis de animais terrestres adaptados à vida aquática, e os cientistas acreditam que eles são realmente os ancestrais dos atuais Cetáceos, pois o crânio destes animais só encontra similaridades com os crânios de baleias e golfinhos. Mesmo as baleias desdentadas descendem de animais terrestres.
            Os fósseis encontrados são de animais da ordem Artiodactyla, que eram adaptados à corrida mas, para fugir de predadores e buscar mais opções de alimento, adaptaram-se à vida aquática. Um deles, o Pakicetus, assemelhava-se a algo intermediário a um lobo ou uma lontra e alimentava-se de peixes, um outro, o Rodhocetus, possuía cabeça semelhante a das baleias e tinha as patas adaptadas como nadadeiras.





    baleia beluga



    orca



    golfinho


quarta-feira, 19 de setembro de 2012

espécies de tubarões que habitam em estuários

os tubarões costumam entra em estuários para desovar e alimentar seus filhotes,não são todas as espécies que entram em estuários,quem realmente quem frequenta são as fêmeas pra dar aluz e alimentar seus filhotes.


TUBARÃO ELEFANTE (Cetorhinus maximus)

tubarao elefente
Características � corpo fusiforme e moderadamente robusto. Cabeça moderadamente larga, mas muito mais curta que o tronco. Fendas branquiais prolongadas circundando quase toda a cabeça. Focinho moderadamente largo, pontiagudo e cônico, boca enorme estendendo-se para trás da linha dos olhos, arqueada, situada ventralmente, com centenas de dentes minúsculos enganchados. Possui guelras bem brancas. Olhos pequenos. Primeira nadadeira dorsal grande, alta,  ereta  e  angular.  Segunda  dorsal e anal
moderadamente grandes mas menores que a metade da primera dorsal. Nadadeiras peitorais largas, muito mais curtas que a cabeça nos adultos. Nadadeiras pélvicas menores que a primera dorsal, porém maiores que a segunda. Nadadeira caudal em forma de meia lua, com lóbulo superior moderadamente grande e lóbulo inferior quase tão grane quanto o superior. Superfície dorsal com coloração cinzenta-marrom podendo variar para o cinza escuro a quase preto. Superfície ventral pode ser da mesma cor, ligeiramente mais pálida ou quase branca. Em tamanho, só perde para o tubarão baleia, podendo alcançar 12 m de comprimento e pesar 4 toneladas.
Habitat � regiões costeiras, estuarinas, baías e mar aberto.
Ocorrência � litoral sul do Brasil.
Hábitos � espécie costeira, pelágica, de superfície. Vive em pares ou grupos com mais de 100 indivíduos. Possui o hábito de expôr-se ao sol na superfície da água com a parte traseira e sua primeira nadadeira dorsal expostas inteiramente. Migratórios.
Alimentação � zooplâncton. É a única espécie que captura o planto no fluxo passivo da água pela natação. Geralmente nada com sua grande boca aberta que permite um fluxo contínuo da água, filtrando o plâncton, sem usar o processo de sucção como em outras espécies filtrantes (tubarão baleia e mega-boca). Se alimentam ao longo das áreas que contêm densidades elevadas do zooplâncton grande (isto é, crustáceos pequenos, larvas invertebrate, ovos e larvas de peixes).
Reprodução � vivíparo. O período do gestação é de 3 anos ou mais, com geração de 1 cria.
Ameaças � poluição. 


TUBARÃO MARTELO (Sphyrna mokarran)

Características � cabeça em forma de martelo, com perfil anterior quase reto e com etalhe mediano pronunciado, com duas grandes extensões planas e laterais que dão-lhes força hidrodinâmica ascensional, permitindo-lhes girar com mais rapidez que outros tubarões. Essa forma da cabeça é um passo além na evolução dos tubarões, com vários fins, como na orientação, na locomoção (como profundor), na localizaçào de presas pelo "cheiro" (as narinas são distantes entre si) e ainda pela maior quantidade de Ampolas de Lorenzini que acomodam, o que lhes possibilita perceber melhor campos magnéticos  emitidos
tubarao martelo
pelas presas. Focinho curto, boca moderadamente larga e curva. Olhos posicionados no final de cada extensão lateral da cabeça. Muito comuns. Nadadeira pélvica com margem posterior quase reta. N adadeira dorsal muito grande e pontiaguda. Dentes são triangulares a afiados. Coloração olivácea a marrom-acinzentado, mais claro no flanco e brancacento no ventre. Ponta internas das nadadeiras peitorais escurecidas a negras. Atinge 6 m de comprimento.
Habitat � áreas costeiras e estuarinas, recifes rasos, geralmente perto do fundo.
Ocorrência � toda a costa brasileira.
Hábitos � geralmente solitários quando muito grandes, mas podem viver em grupos e mesmo formar gigantescos cardumes migratórios. Existe hierarquia nos grupos, com domínio do macho maior. No mar aberto, sobem de centenas de metros para a superfície com relativa rapidez, em busca de presas. São considerados perigosos com vários ataques a humanos documentados.
Alimentação � predador voraz, se alimenta de peixes, pequenos tubarões, lulas, polvos, crustáceos bentônicos, raias e pratica o canibalismo. Tem preferência por espécies cartilaginosas, sendo um predador ativo dos peixes presos nas redes de pesca.
Reprodução � vivíparo, gerando de 20 a 40 crias por gestação que medem aproximadamente 70 cm de comprimento ao nascerem. A maturidade sexual se manifesta quando alcançam 2 m de comprimento.
Predadores naturais � tubarões maiores
Ameaças � poluição, destruição do habitat e pesca predatória. 


TUBARÃO FRANGO (Rhizoprionodon porosus)

Características � também conhecido como cação. São comuns e inofensivos. Tem o corpo alongado, focinho muito longo. Os seus sulcos labiais são muito desenvolvidos no canto de ambos maxilares. A sua segunda nadadeira dorsal tem origem à frente do centro da anal. Já a peitoral chega ao centro da base da primeira dorsal, quando deprimida no corpo. Dentes lisos,  sem  serrilhas,  alargados  e  voltados  para  trás.
tubarao frango
Coloração marrom-acizentada, com reflexos dourados na região superior. Branco inferiormente. Dorsais e caudal com margens enegrecidas. Atinge até 1 m de comprimento. A sua carne é relativamente comum no mercado comercial, até por ser um peixe muito abundante.
Habitat � costeiros, desde estuários, baías, praias e mesmo rios, até a beira da plataforma continental, além de 500 metros de profundidade associados ao fundo.
Ocorrência � toda costa brasileira.
Hábitos � formam cardumes pouco numerosos. No verão são mais comuns em águas rasas, migrando para o fundo no inverno.
Alimentação � comem camarões, moluscos e peixes pequenos.
Reprodução � vivíparos, os filhotes, de 2 a 6, nascem com 25 a 30 cm de comprimento.
Ameaças � poluição e pesca predatória. 

OBS: tenha cuidado ao tomar banho em estuário vc pode dar de cara com uns desses carinhas kkk


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

projeto de pesquisa com inctiofauna no rio formoso PE BRASIL

OLÁ MEU NOME É LORENE LOURENÇO SOU ESTUDANTE DE BIOLOGIA DA UNICAP.

TRABALHO NO PROJETO DE PESQUISA COM INCTIOFAUNA EM ESTUÁRIO DO RIO FORMOSO.



                                            PROJETO DE PESQUISA



                                       INCTIOFAUNA EM ESTUÁRIO





introdução



Estuário é na verdade a mistura de água doce e água salgada elas se misturam e fica a água salobra,
a maioria dos animais marinhos se reproduzem nos estuários,como por exemplo tubarões,meros e outros animais marinhos, os animais marinhos vão também ao estuário para se alimentar por conta da sua rica fonte de alimento,ha uma grande variedade de espécies de peixes nesse estuário, entre eles o famoso cavalos marinhos o estuário é o seu lar;esse animal exótico vivem enrolados entre a raiz  do mangue se alimenta de algas e na reprodução os machos e que carrega os filhotes,os cavalos marinhos são indefesos que acaba nas mãos de pescadores para vendas para turista essa ação esta levando esse animais a extinção.


O inicio de trabalho de pesquisa em campo.


1-verifica a salinidade e a temperatura da água
2-fazer coleta da água
3 saber identificar cada estação de trabalho
4-captura de especies de peixes para analisa em laboratório
5-saber qual tipo de rede utilizada pra captura dos peixes
6-saber a importância e as causas do desaparecimento dos peixes que frequenta as águas estuarinas

                         
A vegetação também é importante dentro desse ecossistema que é os manguezais

por exemplo os cavalos marinhos vivem agarrados entre as raízes do mangue onde se protege de predadores.

no nordeste a três espécies de mangues :
• Rhizophora mangle (mangue-vermelho) - próprio de solos lodosos, com raízes aéreas;
•Laguncularia racemosa (mangue-branco) - encontrado em terrenos mais altos, de solo mais firme, associado a formações arenosas;
•Conocarpus erectus (mangue-de-botão)






raízes do mangue vermelho










mangue branco













mangue de botão











peixes pego no rio formoso





























para fecha com chave de ouro eu fui a ilha dos cavalos marinhos

os cavalos marinhos da espécie hipporcampus reides
só é a unica espécie que vivem nos estuário de pernaqmbuco









lutamos contra a extinção dos cavalos marinhos